sexta-feira, 30 de maio de 2025

30 de MAI – Bryce Canyon NP

 

Hoje foi nosso segundo dia conhecendo e trilhando o Bryce Canyon NP e só posso dizer UAU!!! Fantástico!!!

 

Vamos desde o começo. Ontem jantamos aqui mesmo no hotel, no Cowboy Buffet and Steakhouse, comida bem americana, mas boa.

 








 

Li sobre a história do Ruby’s Inn e ele, que já tem mais de 100 anos, deu origem à Bryce Canyon City. Basicamente tudo que tem por aqui faz parte do hotel – restaurantes, local de rodeio, lojas, correio, etc. E tudo dando apoio aos turistas que buscam conhecer o parque e provar um pouquinho do velho oeste.

 

Nosso plano de hoje era fazer a trilha da borda do cânion. O Bryce Canyon não é um cânion verdadeiro pois não tem um rio na sua base. Na verdade, o que temos aqui é um platô elevado com um penhasco dentro do qual se localiza o “anfiteatro”, um “mar” de hoodoos – as formações rochosas em forma de pináculos que são a característica do Bryce.

 






 

Os hoodoos são formações altas e finas de rocha que se projetam do solo como sentinelas. São o resultado de milhões de anos de erosão causada pelo vento, água e gelo que esculpem o calcário e a rocha sedimentar. Elas têm formas e alturas variadas e dependendo da luz suas cores podem variar do laranja ao rosa e ao vermelho, criando um belo espetáculo. Suas bordas não são lisas e sim “rendilhadas” com formatos que parecem ter saido de uma forma. As vezes estão sozinhos, as vezes agrupados.

 



 

Toda a borda do penhasco tem uma trilha – a Rim Trail – e ao longo dessa trilha há vários mirantes de onde se pode apreciar o anfiteatro de vários ângulos. Do lado contrário ao anfiteatro há uma floresta de coníferas. A trilha não é plana, possui algumas descidas e poucas subidas, e fica a uma altitude de 8.300 pés (2.530 m), o que dá um certo cansaço.



 

Os mirantes também são interligados por um ônibus do parque que circula a cada 10 minutos. Assim é possível deixar o carro em um estacionamento no parque, ou até na cidade, tomar o ônibus e descer em algum dos pontos e fazer caminhadas alternadas ou não com o percurso do ônibus.

 

 

Nós tomamos o ônibus no Visitor Center e fomos direto à última parada, no Bryce Point, o ponto mais alto da borda e de onde se tem uma vista para dentro do anfiteatro.

 





 

De lá fizemos uma trilha de 2,4 km até Inspiration Point, sempre parando no caminho para fotos.

 




 

A partir de Inspiration Point continuamos na trilha por mais 1,2 km até Sunset Point, onde tem outro mirante.

 




E dali seguimos por uma trilha, dessa vez pavimentada, de 0,8 km até Sunrise Point.

 








 

O visual do anfiteatro é realmente incrível. São milhares de hoodoos que a cada ângulo se mostram de formatos e cores diferentes. Um verdadeiro espetáculo da natureza.

 





 

No meio desse anfiteatro passam algumas trilhas que saem da borda e penetram nesse labirinto, com maior ou menor índice de dificuldade.

 






 

Terminado nosso passeio no parque de hoje viemos almoçar no mesmo restaurante e provamos um buffet – bem variado, bastante salada. Muito bom. (Hoje não teve piquenique!).

À noite vamos assistir um rodeio. Depois eu conto….

 

Amanhã estamos programando uma trilha por dentro do anfiteatro.


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